terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Estrela do Mato


Estrela do mato
Agulha
Ururu
Búzios pra jogar
E garantir a sorte-vida.

Estrela do mato
Que brilha sem brilho
Estrela do mato que mata
A sede das retinas embaçadas.

Flor do campo-mato
Entreaberta
Só, a cravar
Em botão
Canções pra ninar.

Fragmentos 
lembranças
doces momentos,
Estrela do mato
Que brilha sem brilho.
Nanda Augusta.

Waly Salomão

NOVELHA COZINHA POÉTICA
Pegue uma fatia de Theodor Adorno 
Adicione uma posta de Paul Celan 
Limpe antes os laivos de forno crematório 
Até torná-la magra-enigmática 
Cozinhe em banho-maria 
Fogo bem baixo 
E depois leve ao Departamento de Letras
Para o douto Professor dourar.

Pra fechar cru ou cozido o ano. 
Nanda  Augusta. 

Sr. Manoel de Barros

Retrato Quase Apagado em que se Pode Ver Perfeitamente Nada
de "O Guardador de Águas"

I

Não tenho bens de acontecimentos.
O que não sei fazer desconto nas palavras.
Entesouro frases. Por exemplo:
- Imagens são palavras que nos faltaram.
- Poesia é a ocupação da palavra pela Imagem.
- Poesia é a ocupação da Imagem pelo Ser.
Ai frases de pensar!
Pensar é uma pedreira. Estou sendo.
Me acho em petição de lata (frase encontrada no lixo)
Concluindo: há pessoas que se compõem de atos, ruídos, retratos.
Outras de palavras.
Poetas e tontos se compõem com palavras.

II
Todos os caminhos - nenhum caminho
Muitos caminhos - nenhum caminho
Nenhum caminho - a maldição dos poetas.

III
Chove torto no vão das árvores.
Chove nos pássaros e nas pedras.
O rio ficou de pé e me olha pelos vidros.
Alcanço com as mãos o cheiro dos telhados.
Crianças fugindo das águas
Se esconderam na casa.

Baratas passeiam nas formas de bolo...

A casa tem um dono em letras.

Agora ele está pensando -

no silêncio Iíquido
com que as águas escurecem as pedras...

Um tordo avisou que é março.

IV
Alfama é uma palavra escura e de olhos baixos.
Ela pode ser o germe de uma apagada existência.
Só trolhas e andarilhos poderão achá-la.
Palavras têm espessuras várias: vou-lhes ao nu, ao
fóssil, ao ouro que trazem da boca do chão.
Andei nas pedras negras de Alfama.
Errante e preso por uma fonte recôndita.
Sob aqueles sobrados sujos vi os arcanos com flor!

V
Escrever nem uma coisa Nem outra -
A fim de dizer todas
Ou, pelo menos, nenhumas.
Assim,
Ao poeta faz bem
Desexplicar -
Tanto quanto escurecer acende os vaga-lumes.

VI
No que o homem se torne coisal,
corrompem-se nele os veios comuns do entendimento.
Um subtexto se aloja.
Instala-se uma agramaticalidade quase insana,
que empoema o sentido das palavras.
Aflora uma linguagem de defloramentos, um inauguramento de falas
Coisa tão velha como andar a pé
Esses vareios do dizer.

VII
O sentido normal das palavras não faz bem ao poema.
Há que se dar um gosto incasto aos termos.
Haver com eles um relacionamento voluptuoso.
Talvez corrompê-los até a quimera.
Escurecer as relações entre os termos em vez de aclará-los.
Não existir mais rei nem regências.
Uma certa luxúria com a liberdade convém.

VII
Nas Metamorfoses, em 240 fábulas,
Ovídio mostra seres humanos transformados
em pedras vegetais bichos coisas
Um novo estágio seria que os entes já transformados
falassem um dialeto coisal, larval,
pedral, etc.
Nasceria uma linguagem madruguenta, adâmica, edênica, inaugural
- Que os poetas aprenderiam -
desde que voltassem às crianças que foram
às rãs que foram
às pedras que foram.
Para voltar à infância, os poetas precisariam também de reaprender a errar
a língua.
Mas esse é um convite à ignorância? A enfiar o idioma nos mosquitos?
Seria uma demência peregrina.

IX
Eu sou o medo da lucidez
Choveu na palavra onde eu estava.
Eu via a natureza como quem a veste.
Eu me fechava com espumas.
Formigas vesúvias dormiam por baixo de trampas.
Peguei umas idéias com as mãos - como a peixes.
Nem era muito que eu me arrumasse por versos.
Aquele arame do horizonte
Que separava o morro do céu estava rubro.
Um rengo estacionou entre duas frases.
Uma descor
Quase uma ilação do branco.
Tinha um palor atormentado a hora.
O pato dejetava liquidamente ali.

Guilherme em Búzios alegrando nossa manhã

domingo, 26 de dezembro de 2010

COMUNICADO - TROPA DE ELITE DO AFETO

OPERAÇÃO AFETO NA CAVEIRA
Discurso do comandante Capitão Picuinha
Primeiro, eu gostaria de me apresentar: Eu estou Capitão Picuinha, Comandante da Tropa de Elite do Afeto. O objetivo desta incursão na comunidade da Vila Cruzeiro e no Morro do Alemão é desarmar esses corações carregados de tristeza e sofrimento causados pela guerra. Entraremos de uma forma limpa com o peito aberto e afeto escancarado.  Para isso, iremos contar com um contingente a princípio de 50 palhaços e um Papai Noel maluco.
A operação deverá contar também com algumas bicicletas cedidas pelos donos e cavalinhos de pau para facilitar o deslocamento do contingente dentro da comunidade. Através de muita brincadeira, música e diversão esperamos plantar possibilidade, solidariedade e amor no coração de cada um que for atingido pela Tropa de Elite do Afeto.
Atenção!!! Precisamos de mais voluntários para esta guerra contra a guerra. E não precisa ser ator ou palhaço profissional, eu também não sou. Basta ser disponível o que já é uma possibilidade. Abaixo a guerra!!! Vamos fazer amor!!! Você pode fazer diferente junte-se a este pelotão. Não espere a violência atingir você, chegue até o âmago da questão e o resolva. Saia das janelas que estão lhe trancando desta realidade dura, nua e crua que vivemos e faça sua parte.
Lembre-se: Se nós damos amor, recebemos amor.
Missão dada é missão cumprida.
Afeto na caveira.     
Wagner Gomes Seara

Em forma de oração, em forma de agradecimento. 
Tudo se idealizou. 
Tudo formou e transformou.
Com a benção dos deuses, 
durmam mais tranquilos e felizes.
Justiça, alegria e paz!
Nanda Augusta.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Marcuse

== Suas idéias ==
Marcuse se preocupava com o desenvolvimento descontrolado da tecnologia, o racionalismo dominante nas sociedades modernas, os movimentos repressivos das liberdades individuais, o aniquilamento da Razão.  Para os membros do grupo de Frankfurt, o proletariado se perdeu ao permitir o surgimento de sistemas totalitário como o nazismo e o stalinismo por um lado, e a "indústria cultural" dos países capitalistas pelo outro lado. Quem substitui os proletários? Aqueles cuja ascensão a sociedade moderna de modo algum permite, os miseráveis que o bem-estar geral não conseguiu incorporar, as minorias raciais, os outsiders.

Marcuse retoma de  Hegel duas noções capitais, a idéia de "Razão" e a idéia de "Negatividade". A Razão é a faculdade humana que se manifesta no uso completo feito pelo homem de suas possibilidades. Não se pode compreender a "possibilidade" longe do conceito de "necessidade". O que necessitamos? A necessidade nos dirige a certos objetos cuja falta sentimos. A possibilidade mede o raio de nosso alcance face a tais objetos. Se quero um apartamento mas não tenho dinheiro para comprá-lo, o objeto de minha necessidade é o apartamento, e a medida de minha possibilidade é o dinheiro que me falta. É muito fácil compreender como a falta de dinheiro representa um bloqueio falso, fictício, á satisfação de meu desejo. Na realidade posso ter o apartamento, mas certas convenções sociais, que respeito de modo mais ou menos acrítico, me impedem de possuí-lo. Ao mesmo tempo, se me interrogo a respeito da minha necessidade face ao apartamento, essa também se dissolve. O apartamento é um símbolo de status social, ou resultado de certas convenções visando ao gosto que seriam, em outras condições, muito discutíveis, e que nem sempre me possibilitam morar satisfatoriamente. A minha necessidade se revela, portanto, como uma falsa necessidade, assim como o bloqueio pela falta de dinheiro das minhas possibilidades era um bloqueio falso. Onde se encontram, então, minhas necessidades e minhas possibilidades? Como compreenderemos o que e Razão? Marcuse muito se preocupa com este problema ao longo de toda a sua obra, sempre polêmica.

No livro Ideologia da Sociedade Industrial, Marcuse repete a crítica ao racionalismo (irracional, pois não fundado na verdadeira Razão) da sociedade moderna, e tenta ao mesmo tempo esboçar o caminho que poderá nos afastar dele. O caminho será, por um aspecto, a contestação da sociedade pelos marginais que a sociedade desprezou ou não conseguiu beneficiar. Será por outro aspecto o desenvolvimento extremo da tecnologia, que deverá ter, segundo Marx e Marcuse, efeitos revolucionários. Quais são estes efeitos? O problema da sociedade moderna é a invasão da mentalidade mercantilista e quantificadora a todos os domínios do pensamento. Essa mentalidade se representa economicamente pelo valor de troca, ligado de modo íntimo aos processos de alienação do homem. E, segundo Marx, com o desenvolvimento extremo da tecnologia "a forma de produção assente no valor de troca sucumbirá". A sociedade moderna, sentindo, que sua base a tecnologia - contém seu rompimento, age repressivamente para evitar este avanço extremo. Marcuse tinha esperança de que não.

== Herbert Marcuse obras editadas no Brasil  (lista incompleta)==
* - Reason and Revolution, [[1941]] (Razão e revolução, Paz e terra, RJ)
* - Eros and Civilization, [[1955]] (Eros e Civilização, Zahar Editores, Rio de Janeiro)
* - Soviet Marxism, [[1958]] (Marxismo Soviético, São Paulo, Saga, 1968)
* - One-Dimensional Man, [[1964]] ([[Ideologia da Sociedade Industrial]], Editora Zahar, Rio de Janeiro)
* - Das ende der Utopie, [[1967]] (O fim da Utopia, Editora Civilização brasileira, RJ)
* - Psychoanalyse und Politik, [[1968]] (Psicoanálises y política, Ediciones, Península, Barcelona)
* - Towards a Critical Theory of Society, [[1969]] (Idéias sobre uma Teoria Crítica da Sociedade, Zahar Editores, RJ)
* - Counter-revolution and Revolt, [[1972]] (Contra-revolução e revolta, Zahar, RJ, [[1973]])
{{Commons|Herbert Marcuse}}

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Umberto Eco





== Bibliografia ==
=== Romances ===
[[Ficheiro:Foucault pendulum animated.gif|thumb|O Pêndulo de Foucault.]]
* ''[[O Nome da Rosa|O nome da rosa]]'' (''Il nome della rosa, [[1980]])'' ([[Prêmio Médicis]], livro estrangeiro na França);
**adaptação cinematográfica de [[Jean-Jacques Annaud]], com [[Sean Connery]] e [[Christian Slater]] nos papéis principais;
* ''[[O Pêndulo de Foucault (livro)]]'' (''Il pendolo di Foucault'',[[1988]]);
* ''[[A Ilha do Dia Anterior|A ilha do dia anterior]]'' (''L'isola del giorno prima'', [[1994]]);
* ''[[Baudolino]]'' (''Baudolino'', [[2000]]);
* ''[[A Misteriosa Chama da Rainha Loana|A misteriosa chama da rainha Loana]]'' (''La misteriosa fiamma della regina Loana'' [[2004]]).

=== Outras obras ===
Obras nas áreas de [[filosofia]], [[semiótica]], [[lingüística]], estética traduzidas para a língua portuguesa:

'''As datas que aparecem seguidas de asterisco se referem à data da publicação da tradução. As demais seguem de acordo com a publicação original.'''

* ''[[Obra Aberta|Obra aberta]]'' (1962)
* ''Diário mínimo'' (1963)
* ''Apocalípiticos e integrados'' (1964)
* ''A definição da arte'' (1968)
* ''A estrutura ausente'' (1968)
* ''As formas do conteúdo'' (1971)
* ''Mentiras que parecem verdades'' (1972) (co-autoria de Marisa Bonazzi)
* ''O super-homem de massa'' (1978)
* ''Lector in fábula'' (1979)
* ''Viagem na irrealidade cotidiana'' (1983)
* ''O conceito de texto'' (1984)
* ''Semiótica e filosofia da linguagem'' (1984)
* ''Sobre o espelho e outros ensaios'' (1985)
* ''Arte e beleza na estética medieval'' (1987)
* ''Os limites da interpretação'' (1990)
* ''O signo de três'' (1991*) (co-autoria de Thomas A. Sebeok)
* ''Segundo diário mínimo'' (1992)
* ''Interpretação e superinterpretação'' (1992)
* ''Seis passeios pelos bosques da ficção'' (1994)
* ''Como se faz uma tese'' (1995*)
* ''Kant e o ornitorrinco'' (1997)
* ''Cinco escritos morais'' (1997)
* ''Entre a mentira e a ironia'' (1998)
* ''Em que creem os que não creem?'' (1999*) (co-autoria de Carlo Maria Martini)
* ''A busca da língua perfeita'' (2001*)
* ''Sobre a literatura'' (2002)
* ''Quase a mesma coisa'' (2003)
* ''[[História da Beleza|História da beleza]]'' (2004) (direcção)
* ''La production des signes'' (2005 em francês)
* ''Le signe'' (2005 em francês)
* ''História do feio'' (2007; História da Feiúra, no Brasil)
* ''Dall'albero al labirinto'' (2007)
* ''Não contem com o fim do livro'' (2010*) (co-autoria de Jean-Claude Carrière)

=== Obras sobre Umberto Eco ===

* FEDELI, Orlando. Nos Labirintos do Eco. São Paulo, Veritas (2007).

Roland Barthes




== Obras ==
{{Portal-filosofia}}
; Portugal

* ‘’Aventura Semiológica’’. Almedina. ISBN 0010871470
* ‘’Escrever... Pra Que? Para Quem??’’. Edições 70
* ‘’Sade, Fourier, Loiola. Edições 70 ([[1979]]) ISBN 9724416186
* ‘’Linguística e Literatura’’. Edições 70 ([[1980]]) ISBN 9724404242
* ‘’Grão da Voz’’.   Edições 70 ([[1982]]) ISBN 9789724403274
* ‘’O Rumor da Língua’’.  Edições 70 ([[1987]]) ISBN 9724406172
* ‘’O Prazer do Texto’’. Edições 70 ([[1998]]) ISBN 9724405729
* ‘’S/Z’’.  Edições 70 ([[1999]]) ISBN 972441020x
* ‘’O sistema da moda’’. Edições 70 ([[1999]])  ISBN 9724410306
* ‘’O Grau Zero da Escrita’’. Edições 70 ([[2006]]) ISBN 9724413101
* ‘’A Câmara Clara’’.  Edições 70 ([[2006]]) ISBN 9724413497
* ‘’Fragmentos de um Discurso Amoroso’’.  Edições 70 ([[2006]]) ISBN 9724413187
* ‘’Lição’’. Edições 70 ([[2007]]) ISBN 972441339x
* ‘’Crítica e Verdade’’.  Edições 70 ([[2007]]) ISBN 9724401545
* ‘’Elementos da Semiologia’’.  Edições 70 ([[2007]]) ISBN 9724402177
* ‘’Mitologias’’.  Edições 70 ([[2007]]) ISBN 972441292x
* ‘’Ensaios Críticos’’.  Edições 70 ([[2009]]) ISBN 9724415767
* ‘’Óbvio e Obtuso’’.  Edições 70 ([[2009]]) ISBN 9724415759
* ‘’O sistema da moda’’. Edições 70 ([[1999]]) ISBN 9724410306

; Brasil

* ‘’Língua, Discurso e Sociedade’’. Global Universitária. ISBN 8526003984 (Júlia Kristeva e Iakobson)
* ‘’Racine’’. LPM ([[1987]]) ISBN 8525401390 
* ‘’Óbvio e Obtuso’’.  Nova Fronteira  ([[1990]]) ISBN 852090243x
* ‘’Michelet’’. Cia das Letras ([[1991]])) ISBN 8571641552
* ‘’S/Z’’.  Nova Fronteira ([[1992]]) ISBN 8520903347
* ‘’Elementos da Semiologia’’.  Cultrix  ([[1996]]) ISBN 8531601428
* ‘’A Câmara Clara’’.  Nova Fronteira ([[2000]]) ISBN 8520904807
* ‘’O Prazer do Texto’’. Perspectiva ([[2002]]) ISBN 8527300915
* ‘’Fragmentos de um Discurso Amoroso’’.  Martins Editora ([[2003]]) ISBN 8533617895
* ‘’O Neutro”. Martins ([[2003]]) ISBN 8533619189
* ‘’Como Viver Junto’’.  Martins Fontes  ([[2003]]) ISBN 8533619197
* ‘’Mitologias’’.  Difel ([[2003]]) ISBN 857432048x
* ‘’Roland Barthes por Roland Barthes’’ Estação Liberdade ([[2003]]) ISBN 8574480754
* ‘’O Rumor da Língua’’.  Martins Fontes ([[2004]]) ISBN 8533619863
* ‘’Grão da Voz’’.   Martins Fontes ([[2004]]) ISBN 8533619936
* ‘’Incidente’’. Martins Editora ([[2004]]) ISBN 8533620454
* ‘’O Grau Zero da Escrita’’. Martins Fontes ([[2004]]) ISBN 8533619618
* ‘’Inéditos’’. IV volumes. Martins Editora ([[2004]]) - ([[2005]]) ISBN 8533620195 
* ‘’Escritos Sobre o Teatro’’. Martins Fontes ([[2007]]) ISBN 8533623518
* ‘’Império dos Signos’’ Martins Fontes ([[2007]])  ‘’ ISBN 8560156410
* ‘’Aventura Semiológica’’.  Martins ([[2008]]) ISBN 8533614306
* ‘’Análise Estrutural da Narrativa’’. Vozes ([[2008]]) ISBN 8532636691 (Greimas, Todorov, Eco...)
* ‘’A Preparação do Romance’’. II Volumes - ([[2005]])  ISBN 8533622007
* ‘’Sade, Fourier, Loiola. Martins Fontes ([[2005]]) ISBN 8533620780
* ‘’Sobre Racine’’’. Martins Fontes ([[2008]]) ISBN 857827038x
* ‘’Crítica e Verdade’’. Perspectiva ([[2009]]) ISBN 8527302012
* ‘’Sistema da Moda’’. Martins Fontes ([[2009]]) ISBN 857827055x

; Em francês

* ''Le degré zéro de l'écriture'', 1953
* ''Michelet'', 1954
* ''Mythologies'', 1957 (''Mitologías'')
* ''Sur Racine'', 1963 (''Sobre Racine'')
* ''Essais critiques'', 1964
* ''La Tour Eiffel'', 1964
* ''Elements de sémiologie'', 1965
* ''Critique et vérité'', 1966
* ''Le système de la mode'', 1967
* ''S/Z'', 1970
* ''L'Empire des signes'', 1970
* ''Sade, Fourier, Loyola'', 1971
* ''Nouveaux essais critiques'', 1972
* ''Le plaisir du texte'', 1973 (''O Prazer do Texto'')
* ''Roland Barthes, par lui même'', 1975 (''Roland Barthes por Roland Barthes'')
* ''Fragments d'un discours amoureux'', 1977 (''Fragmentos de um discurso amoroso'')
* ''Leçon'', 1978
* ''[[Philippe Sollers|Sollers]] écrivain'', 1979
* ''La chambre claire'', 1980
* ''Le grain de la voix'', 1981
* ''L'obvie et l'obtus'', 1982
* ''Le bruissement de la langue'', 1984
* ''L'aventure sémiologique'', 1985
* ''Incidents'', 1987
* ''Œuvres complètes'', 1993 e ss.
* ''Comment vivre ensemble'', Seuil, 2002, curso
* ''Le neutre'', Seuil, 2002 curso 1977–1978
* ''La préparation du roman, I et II'', Seuil, 2003, curso
* ''Le discours amoureux. Séminaire'', Seuil, 2007, curso

;Traduções ao espanhol

* ''EL SUSURRO DEL LENGUAJE MAS ALLA DE LA PALABRA Y LA ESCRITURA''. PAIDOS IBERICA', 1994
* ''LA CAMARA LUCIDA. NOTA SOBRE LA FOTOGRAFIA''. PAIDOS IBERICA, 1995.
* ''SADE, FOURIER, LOYOLA''. CATEDRA , 1997
* ''LA TORRE EIFFEL: TEXTOS SOBRE LA IMAGEN''. PAIDOS IBERICA, 2001
* ''Variaciones sobre literatura'', Paidós, 2002; extraído de las ''Œuvres complètes''
* ''VARIACIONES SOBRE LA ESCRITURA''. PAIDOS IBERICA , 2002
* ''ENSAYOS CRITICOS''. EDITORIAL SEIX BARRAL, S.A., 2002
* ''COMO VIVIR JUNTOS: SIMULACIONES NOVELESCAS DE ALGUNOS ESPACIOS COTIDIANOS (NOTAS DE CURSOS Y SEMINARIOS EN EL COLLEGE DE FRANCE)''. SIGLO XXI ARGENTINA'' , 2003
* ''EL SISTEMA DE LA MODA Y OTROS ESCRITOS''. PAIDOS IBERICA, 2003
* ''EL PLACER DEL TEXTO Y LECCION INAUGURAL''. SIGLO XXI ARGENTINA , 2003
* ''FRAGMENTOS DE UN DISCURSO AMOROSO''. SIGLO XXI ARGENTINA , 2003
* ''ROLAND BARTHES POR ROLAND BARTHES'', PAIDOS IBERICA, 2004
* ''LO NEUTRO''. SIGLO XXI , 2004
* ''S/Z''. SIGLO XXI ARGENTINA , 2004
* ''CRITICA Y VERDAD''. SIGLO XXI, 2005.
* ''MICHELET''. F.C.E., 2005
* ''EL GRADO CERO DE LA ESCRITURA''; SEGUIDO DE: ''NUEVOS ENSAYOS CRITICOS''. SIGLO XXI, S.A. (MELISA) JERIAS DEL LIBRO, 2005
* ''EL GRANO DE LA VOZ: ENTREVISTAS 1962-1980''. SIGLO XXI ARGENTINA, 2005
* ''LA PREPARACION DE LA NOVELA: NOTAS DE CURSOS Y SEMINARIOS EN EL COLLEGE DE FRANCE, 1978-1979 Y 1979-1980''. SIGLO XXI ARGENTINA, 2005
* ''EL IMPERIO DE LOS SIGNOS''. SEIX BARRAL, 2007
* ''Del deporte y los hombres'', Paidós, 2008, recuperación de un programa de TV
* ''Journal de deuil'', Seuil, 2009; ''Diario de duelo'', Paidós, 2009.
* ''DIARIO DE DUELO''. PAIDOS IBERICA, 2009
* ''EL SUSURRO DEL LENGUAJE: MAS ALLA DE LA  PALABRA Y LA ESCRITURA''. PAIDOS IBERICA , 2009
* ''ESCRITOS SOBRE EL TEATRO''. PAIDOS IBERICA, 2009
* ''LA AVENTURA SEMIOLOGICA''. PAIDOS IBERICA, 2009
* ''LO OBVIO Y LO OBTUSO: IMAGENES, GESTOS Y VOCES''. PAIDOS IBERICA, 2009
* ''DIARIO DE MI VIAJE A CHINA''. PAIDOS IBERICA, 2010

;Traduções ao inglês

*A Barthes Reader (1982), Hill and Wang, New York.
*Camera Lucida: Reflections on Photography]] (1981), Hill and Wang:New York.
*Criticism and Truth (1987), The Athlone Pr.:London.
*The Eiffel Tower, and other mythologies (1997), University of California Press:Berkeley.
*Elements of Semiology (1968), Hill and Wang:New York.
*The Fashion system [Systeme de la mode] (1967), University of California Press:Berkeley.
*The Grain of the Voice : interviews 1962-1980 (1985), Jonathan Cape: London.
*Image, Music, Text (1977), Hill and Wang:New York.
*Incidents (1992), University of California Press:Berkeley.
*The Language of Fashion (2006), Sydney:Power Publications.
*A Lover's Discourse : Fragments (1990), Penguin Books:London.
*Michelet (1987), B.Blackwell:Oxford.
*Mourning Diary (2010, forthcoming), Hill and Wang:New York.
*Mythologies (1972), Hill and Wang:New York.
*The Neutral: Lecture Course at the Collège de France (1977-1978) (2005), Columbia University Press:New York.
*New Critical Essays (1990), University of California Press:Berkeley.
*On Racine (1992), University of California Press:Berkeley
*The Pleasure of the Text (1975), Hill and Wang:New York.
*The Preparation of the Novel: Lecture Course at the Collège de France (1978-1979) (2010, forthcoming), Columbia University Press:New York.
*The Responsibility of Forms : Critical essays on music, art, and representation (1985), Basil Blackwell:Oxford.
*Roland Barthes (1988), Macmillan Pr.:London.
*The Rustle of Language (1986), B.Blackwell:Oxford.
*Sade, Fourier, Loyola (1976), Farrar, Straus and Giroux: New York.
*The Semiotic Challenge (1994), University of California Press: Berkeley.
*What Is Sport (2007), Yale University Press: London and New Haven
*Writer Sollers (1987), University of Minnesota Press:Minneapolis.
*Writing Degree Zero (1968), Hill and Wang:New York.
 

Leituras corpo e mídia

http://www.efdeportes.com/efd118/o-corpo-e-a-midia.htm
http://www.brasilescola.com/sociologia/a-influencia-midia-sobre-os-padroes-beleza.htm
http://www.fpabramo.org.br/o-que-fazemos/editora/teoria-e-debate/edicoes-anteriores/coluna-midia-ilusao-do-quarto-poder

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Zé Celso - "O Banquete"






O abjeto na arte










"Marina Abramovic é um exemplo de fazer artístico com o objetivo de provocar o choque ou, de pelo menos, de interagir, despertar algum tipo de sensação no espectador, através da abjeção." Daniele Ribeiro.

Marina Abramovic

Marina Abramović (Pronunciado "Abramovitch") (Belgrado, 30 de Novembro de 1946) é uma performer que começou sua carreira no início dos anos 70. Ativa por três decadas, ela recentemente começou a se descrever como a “Avó da arte da performance".
O trabalho da Abramović explora a relação entre o performer e o público, os limites do corpo, e as possibilidades da mente.

Trabalhos:
  • Artist Body: Performances 1969-1998, (Charta, 1998).
  • Public Body: Installations and Objects 1965-2001, (Charta, 2001)
  • The House with the Ocean View, (Charta, 2004).
  • The Biography of Biographies, (Charta, 2004).
  • Balkan Epic, (Skira, 2006).
  • Seven Easy Pieces, (Charta, 2007)
Críticas e estudos acadêmicos:
  • A Daneri, et al, (eds.), Marina Abramović, (Charta, 2002)
  • Laurie Anderson, “Marina Abramović,” Bomb Summer 2003: 25-31.
  • Jennifer Fisher, “Interperformance: The Live Tableaux of Suzanne Lacy, Janine Antoni, and Marina Abramović,” Art Journal 56 (1997): 28-33.
  • Charles Green, “Doppelgangers and the Third Force: The Artistic Collaborations of Gilbert & George and Marina Abramović/Ulay,” Art Journal 59.2: 36-45.
  • Shogo Hagiwara, “Art Hurts: Blood and Pain are Abramović’s Media,” The Daily Yomiuri 1 April 2004 p18.
  • Janet Kaplan, “Deeper and Deeper: Interview with Marina Abramović,” Art Journal 58:2 (1999):6-19.
  • Zoe Kosmidou, “A Conversation with Marina Abramović,” Sculpture Nov. 2001: 27-31.
  • Tom Lubbock, “Visual Arts: Caught In the Act; It’s Video But Not As We Know It,” The Independent 2 September 2003.
  • Thomas McEvilley, “Performing the Present Tense,” Art in America April 2003: 114-117; 153.
  • Asami Nagai, “Art in Harmony with Nature,” The Daily Yomiuri 24 July 2003, p. 13.
  • Anna Novakov, “Point of Access: Marina Abramović’s 1975 Performance Role Exchange,” Woman’s Art Journal Fall 2003/Winter 2004: 31-35.
  • Jennifer Phipps, “Marina Abramović/Ulay/Ulay/Marina Abramović,” Art & Text 3 (1981).
  • Theresa Smalec, “Not What It Seems: The Politics of Re-Performing Vito Acconci's Seedbed,” PMC: Postmodern Culture 17 2006 [1]
  • “Writing Art,” Art Monthly 1999 230:13-17.
FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Marina_Abramovi%C4%87

Indicações - Mídias, corpo e a sexualidade

http://www.scribd.com/doc/6321262/Dos-meios-as-mediacoes-Introducao#
http://resumos.netsaber.com.br/ver_resumo_c_3014.html
http://www.ebah.com.br/resumo-historia-da-sexualidade-i-doc-a20815.html
http://gpcorpoexperiencia.blogspot.com/

terça-feira, 23 de novembro de 2010

vol 2 Transmídias

Narrativa transmidiática e humor

A narrativa transmidiática é uma referência ao surgimento de uma nova estética que responde à convergência das mídias, exigindo mais de seus consumidores e das comunidades ativas de conhecimento. Esse tipo de narrativa está intimamente ligada à criação de um universo ficcional, no qual seja possível viver uma experiência plena, em que os consumidores assumam diferentes papéis e persigam a história por diversos meios, compartilhando ou comparando suas observações com as de outros fãs, o que asseguraria uma experiência de entretenimento mais rica.

Websódios também são alternativas para descrever melhor algumas personagens por meio de flashbacks ou mesmo para divulgação da série. Isso é importante, pois é um indicador da tendência de utilização e também de criação de conteúdo para diferentes mídias para tratar de um mesmo universo/tema. A série The Office apostou nos websódios para atingir ainda mais o seu target com a utilização de novas mídias.

Outra série de humor que teve sua origem baseada no dinamismo da forma com que o internauta interage com sites em busca de notícias e vídeos foi o programa "The Daily Show With Jon Stewart: Global Edition", criado em 1996 e ganhador de diversos "Emmy", é um "fake journalism" que trata as notícias com questionamentos sagazes e irônicos sobre as notícias diárias apresentadas ao público americano. O programa é dividido em duas partes, na primeira, Jon Stewart, o apresentador do programa, faz uma análise crítica das notícias, com correspondentes "falsos" ou quase verdadeiros, na segunda parte, ele apresenta um talk-show, sem se importar em mediar ou esconder suas opiniões em relação a qualquer assunto, segundo o jornalista Caio Blinder, Stewart "é um superobservador dos absurdos da realidade, um implacável demolidor".

FONTE: http://ietv.org.br/v3/index.php?sub=pensartv

Interessante

Narrativa Transmídia

O IETV promove o curso “Narrativa Transmídia” com o professor Afonso Albuquerque. O objetivo é apresentar e discutir as novas possibilidades para o conteúdo audiovisual. Serão 12 horas dedicadas ao estudo das técnicas para transmitir mensagens através de diferentes plataformas de mídias. Atualmente as histórias devem ser pensadas para além da televisão. A série LOST irá nortear a discussão sobre as narrativas que contemplam outros meios e promovem uma intensa interação da audiência.

O curso explora questões relativas à nova dinâmica da ficção seriada na contemporaneidade, tendo em vista questões relativas à convergência tecnológica entre a televisão e outros dispositivos de comunicação, às novas dinâmicas de interação do público com a narrativa televisiva, o advento de novas formas narrativas, caracterizadas pela construção de um tempo narrativo complexo e formas imersivas de construção do espaço diegético, bem como mutações significativas no modo de se assistir televisão.

Aula 1. Convergência tecnológica e mutações da televisão
Aula 2. Convergência midiática e o telespectador ativo
Aula 3. Lost e a ficção seriada transmídia: o espaço e o tempo narrativos
Aula 4. Lost e a nova experiência de assistir tv

domingo, 21 de novembro de 2010

Mostra LABMIS 2010

Com obras voltadas às linguagens contemporâneas de caráter tecnológico, a Mostra LABMIS 2010 é uma coletiva dos resultados dos projetos selecionados por edital. Também integram a Mostra obras de artistas que participaram do Projeto de Residência Internacional, resultado da parceria entre o MIS e as instituições espanholas Can Xalant e Hangar.

Ao longo dos três meses de residência no LABMIS, os artistas selecionados tiveram livre acesso à infraestrutura tecnológica do espaço, contaram com o suporte de orientadores e técnicos especializados para o aprofundamento de suas pesquisas e participaram de encontros abertos ao público para apresentação de seus projetos.

O LABMIS, Laboratório de Novas Mídias do Museu da Imagem e do Som, é um espaço de reflexão, intercâmbio de conhecimento e experimentação em novas tecnologias. Atua na confluência entre arte, ciência e tecnologia, e oferece espaço para ações de difusão da cultura digital para artistas consagrados, emergentes, além de pesquisadores, estudantes e público não especializado.

Leituras - Programas de TV Anos 80

Fontes:
http://www.clubeanos80.com.br/curiosidades-80
http://www.tudosobretv.com.br/histortv/tv80.htm

REPRESENTAÇÕES DO CORPO NA TELEVISÃO


Os meios de comunicação refletem o que acontece na sociedade. É possível perceber que, com o tempo, o vocabulário, a linguagem, as vestimentas que aparecem nos programas de televisão, por exemplo, também foram se modificando, acompanhando o que se passa no dia-a-dia. Tal fato é mais evidente quando se trata do corpo. Se antes, nas primeiras novelas e programas transmitidos, ele era mostrado com um certo pudor, hoje em dia, a nudez já se tornou banal. Além disso, é possível perceber que, cada vez mais, os programas apelam para a escatologia. Cenas de vômito, de pessoas comendo coisas nojentas ou em situações também nojentas atualmente são ainda mais comuns.
Como o corpo é mostrado na TV? Como são suas manifestações - principalmente aquelas relacionadas a comportamentos nojentos e abjetos? O que acontece na TV realmente é reflexo da "vida real"? O que leva os programas a investirem na estereotipia e na paródia dos seus concorrentes? São estas perguntas que este projeto de pesquisa quer responder. Banalização, escatologia, paródia parecem ser as palavras de ordem. Mas quando esta - que parece ser uma tendência geral na TV - começou? É preciso entender como o corpo vem sendo tratado ao longo da história, além de traçar um pequeno histórico da TV brasileira para que seja possível entender o momento atual. 
Daniele Ribeiro

domingo, 11 de julho de 2010

ÓCIO


s.m. O não fazer nada.
Tempo de que se pode dispor; descanso, repouso; vagar.
Preguiça, vadiagem.
Ociosidade.

domingo, 9 de maio de 2010

Nunca fui como todos
Nunca tive muitos amigos
Nunca fui favorita
Nunca fui o que meus pais queriam
Nunca tive alguém que amasse
Mas tive somente a mim
A minha absoluta verdade
Meu verdadeiro pensamento
O meu conforto nas horas de sofrimento
não vivo sozinha porque gosto
e sim porque aprendi a ser só...
Florbela Espanca
“Dois poderosos mitos fizeram-nos acreditar que o amor podia, devia sublimar-se em criação estética: o mito socrático (amar serve para criar uma multidão de belos e magníficos discursos) e o mito romântico (produzirei uma obra imortal escrevendo a minha paixão).”

Roland Barthes, Fragmentos de um discurso amoroso, 1977
Silêncio Amoroso
Preciso do teu silêncio
cúmplice sobre minhas falhas.
Não fale.
Um sopro, a menor vogal pode me desamparar.
E se eu abrir a boca minha alma vai rachar.
O silêncio, aprendo, pode construir. É um modo
denso/tenso - de coexistir.
Calar, às vezes, é fina forma de amar.

Affonso Romano de Sant'Anna

sábado, 8 de maio de 2010

Os 13 mandamentos de quem trabalha na TV.

1 - Não terás vida pessoal, familiar ou sentimental;

2 - Não verás teu filho crescer;

3 - Não terás feriado, fins de semana ou qualquer outro tipo de folga;

4 - Terás gastrite, se tiver sorte. Se for como os demais terás úlcera;

5 - A pressa será teu único amigo e as suas refeições principais serão os lanches, as pizzas e o china in box;

6 - Teus cabelos ficarão brancos antes do tempo, isso se te sobrares cabelos;

7 - Tua sanidade mental será posta em cheque antes que complete 5 anos de trabalho;

8 - Dormir será considerado período de folga, logo não dormirás;

9 - Trabalho será considerado seu assunto preferido, talvez o único;

10 - A máquina de café será tua melhor colega de trabalho;

11 - Terás sonhos com entrevistas e, não raro, resolverás problemas de trabalho neste período;

12 - Exibirás olheiras como troféus de guerra e por último, o pior...

13 - Inexplicavelmente gostarás de tudo isso!


Isso é pra ajudar ou pra fazer a pessoa desisitir?!
Putz!! hehe

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Curso na Globo para TV

orkut - Diretora de Novelas Global realizara WorkShop
de: Joyce Pasmin

Olha que dica legal que eu recebi, estou repassando.

A Diretora de novelas Teresa Lampreia, atualmente dirigindo a novela “VIVER A VIDA “ realizara em Abril e Maio, um curso rápido destinado a conhecer novos talentos, atores e atrizes que desejam reciclagem, bem como profissionais de teatro que queiram entender um pouco mais, sobre a interpretação para as lentes.

O trabalho sera realizado no Rio de Janeiro, no STUDIO DE ATORES.
Av. das Américas 555 cobertura 307
www studiodeatores com br

Informações, mande email com telefones para

danifcola@gmail.com

Boa Sorte
Studio de Atores

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010




ABRE ALAS 6
abertura 06 de fevereiro de 2009 de 16h às 20h
exposição de 09/02 a 06/03/2010

Lançamento da camisa educação por Bob N
parede gentil por Neville d’Álmeida de 30 de janeiro a 05 de junho de 2010
gentil apoio de Christian Just-Linde

performances de Sergio Zevallos e Filé de Peixe
som com La Rica e DeMillus & Duloren

A GENTIL CARIOCA
Rua Gonçalves Ledo, 17- Sobrado
Centro- Rio de Janeiro- 20060-020

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Nelson - peça em cartaz no Teatro Miguel Falabella

Teatro Miguel Falabella
Apresenta:

"Nelson..."

Textos de Nelson Rodrigues e Decote, da Cia de Atores de Laura .

Direção: João Marcelo Pallotino
Dia: 25/01/10 às 19 e 21:30h
Valor do ingresso (antecipado): R$ 15,00.
obs: Ingressos limitados!


Divulgando o trabalho de uma pessoa linda, sensível e super amigo!
Rafael Lindomar - ator.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Peixe na feira




Nanda Augusta
Estudando, aprendendo e experimentando, sempre!
Testes a toa.

http://www.flickr.com/photos/nandaalima/

Conheça um pouco mais de meus experimentos em Artes Visuais.
São trabalhos construídos a partir de fotografias minhas e de amigos.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

O ano balzaquiano

Balzaquiana ou mulher balzaquiana é uma expressão que surgiu após a publicação do livro "A mulher de 30 anos" do francês Honoré de Balzac e que se refere as mulheres na casa dos 30 e — atualmente — também as mulheres de 40 anos.
Em seu livro, Balzac faz uma apologia às mulheres de mais idade que, emocionalmente amadurecidas, podem viver o amor com maior plenitude - em completa oposição a tradicional figura da moça romântica que nos livros tinham no máximo 20 anos.