quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Zé Celso - "O Banquete"






O abjeto na arte










"Marina Abramovic é um exemplo de fazer artístico com o objetivo de provocar o choque ou, de pelo menos, de interagir, despertar algum tipo de sensação no espectador, através da abjeção." Daniele Ribeiro.

Marina Abramovic

Marina Abramović (Pronunciado "Abramovitch") (Belgrado, 30 de Novembro de 1946) é uma performer que começou sua carreira no início dos anos 70. Ativa por três decadas, ela recentemente começou a se descrever como a “Avó da arte da performance".
O trabalho da Abramović explora a relação entre o performer e o público, os limites do corpo, e as possibilidades da mente.

Trabalhos:
  • Artist Body: Performances 1969-1998, (Charta, 1998).
  • Public Body: Installations and Objects 1965-2001, (Charta, 2001)
  • The House with the Ocean View, (Charta, 2004).
  • The Biography of Biographies, (Charta, 2004).
  • Balkan Epic, (Skira, 2006).
  • Seven Easy Pieces, (Charta, 2007)
Críticas e estudos acadêmicos:
  • A Daneri, et al, (eds.), Marina Abramović, (Charta, 2002)
  • Laurie Anderson, “Marina Abramović,” Bomb Summer 2003: 25-31.
  • Jennifer Fisher, “Interperformance: The Live Tableaux of Suzanne Lacy, Janine Antoni, and Marina Abramović,” Art Journal 56 (1997): 28-33.
  • Charles Green, “Doppelgangers and the Third Force: The Artistic Collaborations of Gilbert & George and Marina Abramović/Ulay,” Art Journal 59.2: 36-45.
  • Shogo Hagiwara, “Art Hurts: Blood and Pain are Abramović’s Media,” The Daily Yomiuri 1 April 2004 p18.
  • Janet Kaplan, “Deeper and Deeper: Interview with Marina Abramović,” Art Journal 58:2 (1999):6-19.
  • Zoe Kosmidou, “A Conversation with Marina Abramović,” Sculpture Nov. 2001: 27-31.
  • Tom Lubbock, “Visual Arts: Caught In the Act; It’s Video But Not As We Know It,” The Independent 2 September 2003.
  • Thomas McEvilley, “Performing the Present Tense,” Art in America April 2003: 114-117; 153.
  • Asami Nagai, “Art in Harmony with Nature,” The Daily Yomiuri 24 July 2003, p. 13.
  • Anna Novakov, “Point of Access: Marina Abramović’s 1975 Performance Role Exchange,” Woman’s Art Journal Fall 2003/Winter 2004: 31-35.
  • Jennifer Phipps, “Marina Abramović/Ulay/Ulay/Marina Abramović,” Art & Text 3 (1981).
  • Theresa Smalec, “Not What It Seems: The Politics of Re-Performing Vito Acconci's Seedbed,” PMC: Postmodern Culture 17 2006 [1]
  • “Writing Art,” Art Monthly 1999 230:13-17.
FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Marina_Abramovi%C4%87

Indicações - Mídias, corpo e a sexualidade

http://www.scribd.com/doc/6321262/Dos-meios-as-mediacoes-Introducao#
http://resumos.netsaber.com.br/ver_resumo_c_3014.html
http://www.ebah.com.br/resumo-historia-da-sexualidade-i-doc-a20815.html
http://gpcorpoexperiencia.blogspot.com/

terça-feira, 23 de novembro de 2010

vol 2 Transmídias

Narrativa transmidiática e humor

A narrativa transmidiática é uma referência ao surgimento de uma nova estética que responde à convergência das mídias, exigindo mais de seus consumidores e das comunidades ativas de conhecimento. Esse tipo de narrativa está intimamente ligada à criação de um universo ficcional, no qual seja possível viver uma experiência plena, em que os consumidores assumam diferentes papéis e persigam a história por diversos meios, compartilhando ou comparando suas observações com as de outros fãs, o que asseguraria uma experiência de entretenimento mais rica.

Websódios também são alternativas para descrever melhor algumas personagens por meio de flashbacks ou mesmo para divulgação da série. Isso é importante, pois é um indicador da tendência de utilização e também de criação de conteúdo para diferentes mídias para tratar de um mesmo universo/tema. A série The Office apostou nos websódios para atingir ainda mais o seu target com a utilização de novas mídias.

Outra série de humor que teve sua origem baseada no dinamismo da forma com que o internauta interage com sites em busca de notícias e vídeos foi o programa "The Daily Show With Jon Stewart: Global Edition", criado em 1996 e ganhador de diversos "Emmy", é um "fake journalism" que trata as notícias com questionamentos sagazes e irônicos sobre as notícias diárias apresentadas ao público americano. O programa é dividido em duas partes, na primeira, Jon Stewart, o apresentador do programa, faz uma análise crítica das notícias, com correspondentes "falsos" ou quase verdadeiros, na segunda parte, ele apresenta um talk-show, sem se importar em mediar ou esconder suas opiniões em relação a qualquer assunto, segundo o jornalista Caio Blinder, Stewart "é um superobservador dos absurdos da realidade, um implacável demolidor".

FONTE: http://ietv.org.br/v3/index.php?sub=pensartv

Interessante

Narrativa Transmídia

O IETV promove o curso “Narrativa Transmídia” com o professor Afonso Albuquerque. O objetivo é apresentar e discutir as novas possibilidades para o conteúdo audiovisual. Serão 12 horas dedicadas ao estudo das técnicas para transmitir mensagens através de diferentes plataformas de mídias. Atualmente as histórias devem ser pensadas para além da televisão. A série LOST irá nortear a discussão sobre as narrativas que contemplam outros meios e promovem uma intensa interação da audiência.

O curso explora questões relativas à nova dinâmica da ficção seriada na contemporaneidade, tendo em vista questões relativas à convergência tecnológica entre a televisão e outros dispositivos de comunicação, às novas dinâmicas de interação do público com a narrativa televisiva, o advento de novas formas narrativas, caracterizadas pela construção de um tempo narrativo complexo e formas imersivas de construção do espaço diegético, bem como mutações significativas no modo de se assistir televisão.

Aula 1. Convergência tecnológica e mutações da televisão
Aula 2. Convergência midiática e o telespectador ativo
Aula 3. Lost e a ficção seriada transmídia: o espaço e o tempo narrativos
Aula 4. Lost e a nova experiência de assistir tv

domingo, 21 de novembro de 2010

Mostra LABMIS 2010

Com obras voltadas às linguagens contemporâneas de caráter tecnológico, a Mostra LABMIS 2010 é uma coletiva dos resultados dos projetos selecionados por edital. Também integram a Mostra obras de artistas que participaram do Projeto de Residência Internacional, resultado da parceria entre o MIS e as instituições espanholas Can Xalant e Hangar.

Ao longo dos três meses de residência no LABMIS, os artistas selecionados tiveram livre acesso à infraestrutura tecnológica do espaço, contaram com o suporte de orientadores e técnicos especializados para o aprofundamento de suas pesquisas e participaram de encontros abertos ao público para apresentação de seus projetos.

O LABMIS, Laboratório de Novas Mídias do Museu da Imagem e do Som, é um espaço de reflexão, intercâmbio de conhecimento e experimentação em novas tecnologias. Atua na confluência entre arte, ciência e tecnologia, e oferece espaço para ações de difusão da cultura digital para artistas consagrados, emergentes, além de pesquisadores, estudantes e público não especializado.

Leituras - Programas de TV Anos 80

Fontes:
http://www.clubeanos80.com.br/curiosidades-80
http://www.tudosobretv.com.br/histortv/tv80.htm

REPRESENTAÇÕES DO CORPO NA TELEVISÃO


Os meios de comunicação refletem o que acontece na sociedade. É possível perceber que, com o tempo, o vocabulário, a linguagem, as vestimentas que aparecem nos programas de televisão, por exemplo, também foram se modificando, acompanhando o que se passa no dia-a-dia. Tal fato é mais evidente quando se trata do corpo. Se antes, nas primeiras novelas e programas transmitidos, ele era mostrado com um certo pudor, hoje em dia, a nudez já se tornou banal. Além disso, é possível perceber que, cada vez mais, os programas apelam para a escatologia. Cenas de vômito, de pessoas comendo coisas nojentas ou em situações também nojentas atualmente são ainda mais comuns.
Como o corpo é mostrado na TV? Como são suas manifestações - principalmente aquelas relacionadas a comportamentos nojentos e abjetos? O que acontece na TV realmente é reflexo da "vida real"? O que leva os programas a investirem na estereotipia e na paródia dos seus concorrentes? São estas perguntas que este projeto de pesquisa quer responder. Banalização, escatologia, paródia parecem ser as palavras de ordem. Mas quando esta - que parece ser uma tendência geral na TV - começou? É preciso entender como o corpo vem sendo tratado ao longo da história, além de traçar um pequeno histórico da TV brasileira para que seja possível entender o momento atual. 
Daniele Ribeiro